Turismo

Turismo

Por estar próximo da Argentina e do Uruguai, o turismo é um setor forte na cidade. Especialmente no verão, os setores hoteleiro e gastronômico recebem visitantes estrangeiros que passam em direção aos litorais gaúcho e catarinense. O movimento intenso no período impulsionava o faturamento em cerca 70% antes da pandemia.

O município também é referência histórica e cultural, a ponto de ser chamado de Atenas Riograndense por intelectuais de todo o Estado. Nasceram aqui: Alcides Maia (1o gaúcho na Academia Brasileira de Letras), Joaquim Francisco de Assis Brasil, Padre Leonel Franca, Ptolomeu de Assis Brasil, entre outros.

Na cidade, está localizado o Museu Gaúcho da Força Expedicionária Brasileira — o único da Região Sul com acervo sobre a trajetória dos militares brasileiros que participaram da Segunda Guerra Mundial — e o Museu da Igreja do Galo, que foi construído em 1817. Ele guarda a história dos marechais gabrielenses — como João Propício Mena Barreto, Fábio Patrício de Azambuja, Mascarenhas de Moraes, Plácido de Castro e Marechal Hermes da Fonseca —, tem peças do período da escravidão e um acervo rico sobre a cultura guarani. Foi em São Gabriel que morreu, há 266 anos, o guerreiro indígena brasileiro Sepé Tiaraju — chefe dos Sete Povos das Missões que liderou uma rebelião contra o Tratado de Madrid.